quarta-feira, 23 de Abril de 2014

terça-feira, 22 de Abril de 2014

A pesada herança do regime de Marcello Caetano

(via Porta da Loja)






O que se passa com os jarretas?

Silva Lopes considera que deveria ter criado um défice maior para ajudar a economia no pós-revolução.
Está à vontade para admitir o erro, porque foi ele próprio quem o cometeu. O economista José Silva Lopes, que foi ministro das Finanças após o 25 de Abril, diz que se sentiu "desconfortável" por criar o "primeiro défice orçamental em 40 anos" e, por isso, resistiu a que o mesmo pudesse ganhar uma dimensão maior. Algo que teria ajudado a economia num período complicado, garante.
Não consigo compreender em que mundo vivem os nossos jarretas. E porque continuam a insistir nos mesmos erros que já nos levou a 3 bancarrotas e nos deixa ainda colados à 4ª. 

Será que é assim tão difícil entender que as mais altas taxas de crescimento económicas foram conseguidas sem défice e com uma moeda forte? Qual a dificuldade em entender a realidade? Só porque esse crescimento foi no estado novo e depois com o 25 de Abril foi preciso agradar aos socialistas e inventar modelos económicos falhados? 

À primeira todos caem, à segunda só cai quem quer e à terceira, só cai quem é parvo. À quarta... nem sei o que dizer.

domingo, 20 de Abril de 2014

A festa do petróleo no Brasil acabou no prejuízo



O que não vem nos manuais económicos socialistas...

..."O Banco Mundial publicou, em 2006, um extenso e detalhado trabalho, intitulado “Onde está a riqueza das nações” , cujo objetivo foi medir a participação de três diferentes tipos de capitais — natural (recursos naturais), produtivo (bens de capital) e intangível (capital humano e qualidade das instituições) — na produção de riqueza de 120 países.

Os resultados mostram que, quanto mais desenvolvidas são as nações, menos elas dependem dos recursos naturais e mais utilizam os chamados capitais intangíveis. A comparação dos índices verificados entre os dez primeiros e os dez últimos do ranking analisado é bastante ilustrativa. Enquanto a participação dos capitais naturais no produto total de nove dos dez países mais ricos varia entre zero e 3% (a exceção é a Noruega, com 12%), nos países mais pobres ela nunca é inferior a 25%. Por outro lado, os capitais intangíveis têm um peso médio superior a 80% nas economias avançadas, enquanto navegam entre 40 e 60% na maioria dos dez países mais pobres. De toda a riqueza produzida no mundo, o estudo estimou em apenas 5% a contribuição dos capitais naturais, contra 17% dos capitais produtivos e nada menos que 77% dos intangíveis.

Esses resultados comprovam que não existe sequer correlação positiva entre desenvolvimento econômico e disponibilidade de recursos naturais. Não é à toa que nações como Japão, Cingapura e Suíça, por exemplo, localizados em regiões geologicamente pobres e geograficamente inóspitas, obtêm resultados econômicos bem melhores que muitos países com relativa abundância de riquezas naturais, como Nigéria, Brasil e Venezuela."...

Quando o Seguro se lembrar desta vai ser uma chuva de votos

Jovem segue conselho da mãe e engravida para viver à custa do governo

Sinead, tem 'alergia' a trabalho / Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson) 
Uma mulher desempregada que mora em Manchester (Inglaterra) e vive às custas do governo britânico admitiu ao "Daily Mail" ter incentivado à filha, de 19 anos, a engravidar para gozar dos benefícios estatais e ter uma vida "sem trabalho e estresse"

Sinead Clarkson, de 36 anos, tem dois filhos e nunca trabalhou. Nos últimos 20 anos, a britânica tem se mantido com a ajuda que recebe do governo por não ter trabalho e por causa das filhas: 1.200 libras (4.465 reais) mensais

O conselho foi seguido. Melissa, a filha de Sinead, ficou grávida seis meses atrás. Ao tabloide londrino, a futura avó contou ter ficado "maravilhada" com a notícia.
Sinead e Melissa - Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
Além da pensão do governo, Melissa receberá um apartamento de dois quartos do governo

"Eu disse à Melissa que usasse o sistema e engravidasse para ganhar mais benefícios, ter a própria casa e uma vida melhor. Eu não quero que ela trabalhe para ganhar migalhas", afirmou Sinead. 

A filha mais nova de Sinead, Amie, de 12 anos, já demonstra interesse em seguir os passos da irmã mais velha e também engravidar para não ter que trabalhar.

sábado, 19 de Abril de 2014

Três enterros, o mesmo funeral

(via corta-fitas)
O Crepúsculo do Socialismo

por José Mendonça da Cruz, em 19.04.14

A Tradição, Vasco Pulido Valente, 24 de janeiro de 2014, Público

O sr. Hollande assinou o último certificado de óbito da esquerda, seguindo, como lhe competia, a tradição.
 Com lágrimas, com irritação, com desespero, a esquerda ouviu esta semana François Hollande renunciar ao socialismo. A esquerda tem má memória. Desde o princípio que o socialismo se reduziu a conceder alguns leves benefícios aos trabalhadores, que se foram acumulando, e que se devem em parte considerável à mais pura direita.
(…)
Em 1945, a Europa de Leste ficou sob a tutela da URSS de que só se conseguiu livrar em 1989. No Ocidente passaram pelo governo, se a América aprovava, dezenas de partidos nominalmente “socialistas”, que sobretudo se esforçaram por promover a prosperidade do capitalismo, compensando aqui e ali os trabalhadores com o famoso Estado social, a que se reduziu em última análise a utopia do século e que hoje parece perigosamente perto da dissolução. O sr. Hollande não fez mais do que os seus predecessores. O “socialismo”, nas suas muitas variantes, nunca existiu e nunca chegou verdadeiramente a ser a ideologia dominante de nenhum Estado constituído. A retórica de intelectuais sem emprego não substitui a acção, como milhares de vezes se provou. O sr. Hollande assinou o último certificado de óbito da esquerda, seguindo, como lhe competia, a tradição.

Morte e Transfiguração, Maria de Fátima Bonifácio, 18 Abril de 2014, Público

A esquerda portuguesa – sim, não estou a falar de Manuel Valls ou de Matteo Renzi – continua pateticamente mergulhada num estado de denegação, recusando ver e reconhecer que o mundo em que nasceu, medrou e prosperou simplesmente morreu (ou está em vias de morrer), tal como acabou também sem apelo nem agravo o mundo pré-industrial dos luditas, que destruíam as máquinas que tornavam dispensável o seu trabalho. Não é preciso ter uma visão teleológica da História – que não tenho – para perceber que a globalização, enquanto estádio supremo do capitalismo (…), erigiu o mercado num critério civilizacional.
(…)
A esquerda tradicional, que é a que desgraçadamente temos em Portugal, desconhece (ou finge desconhecer) o seu público, ou, para ser mais exacta, o seu mercado. Farejou, é claro, o apetite dos que sonham consumir, uma aspiração que eu não tenho a mais remota autoridade ou desejo para criticar; por isso lhes acena com mais direitos, isto é, com mais dinheiro. Infelizmente, a classe média-média já paga 70% de impostos, e se quiserem acabar com os verdadeiramente ricos ficarão só com pobres.

Esta esquerda, que promete abundância, está condenada na exacta medida em que o velho Ocidente, prisioneiro dos seus mitos igualitários, mas economicamente decadente, se revela absolutamente incapaz de satisfazer as aspirações apregoadas na bandeira socialista.
(…)
E se a esquerda amarrar o seu destino ao destino do Estado social tal como o conhecemos actualmente pode começar a encomendar o seu próprio funeral, pelo simples motivo de que a única maneira de conservar o Estado-providência consiste, a prazo, em privatizá-lo, salvo, desejavelmente, um núcleo duro da Saúde que alguém tenha coragem de definir. O futuro do Estado social reside na sua “morte e transfiguração”.
(…)
A esquerda que nos apregoa que todas estas iniquidades seriam evitáveis graças a um almejado crescimento económico que a direita, por absurda perversão e instinto suicida, impede que aconteça não passa de um bando de vendedores de sonhos (que nem convence assim tantos incautos, a avaliar pelos resultados eleitorais).

A Natureza da Esquerda, Clara Ferreira Alves, 18 de Abril de 2014, Expresso-Revista

(...) Esse é o gande falhanço da esquerda, a sua incapacidade de aceitar que a natureza humana tem horror ao colectivo como ao vácuo. O colectivo nunca gerou solidariedade nem aboliu o egoísmo. E descambou nos sistemas colectivistas, et pour cause, no capitalismo mais selvagem e materialista.
(...) Os socialismos que resistem são, hoje, caricaturas da liberdade ou comunismos de economia de mercado.
(...) Nos militantes de esquerda ficou, além da incapacidade para pensar o mundo em que vivemos, o resíduo da supremacia moral, insuportável, e a mania acusatória do desvio.

E a lição serve também para Portugal






Era mais fácil viver no regabofe do Guterres e do Sócrates

"Mas a dívida, com as taxas de juro como estão agora, é totalmente sustentável.
Em 2014 o défice sem juro será, previsionalmente, zero e em 2014 haverá um superávite de 1,5% do PIB.
Pensando que este valor se mantém no futuro, que temos um crescimento de 1,2%/ano e que a taxa de inflação será de 2%/ano então, sem mais nada, nos próximos 35 anos a dívida pública diminuirá 2% do PIB cada ano. Para uma taxa de juro média de 2,5%, podemos ter um défice médio de 0.9% do PIB.
Claro que era mais fácil viver no regabofe do Guterres e do Sócrates mas não é tão difícil de conseguir como os economistas toldados pelo esquerdismo querem fazer crer."




sexta-feira, 18 de Abril de 2014

A verdadeira festa de abril

É no Porta da Loja.

É de uma gravidade imensa a negação da história de abril aos portugueses.


quinta-feira, 17 de Abril de 2014

No tempo do PREC também se atiraram dos prédios?


Na altura ainda não estava instalada toda uma dialética marxista (como temos hoje) e não havia também palhaços anti-PREC disponíveis para provocar modas ou ainda estariam sujeitos a umas sevícias ou até a um fuzilamento sumário.

O suicídio antes de ser um problema económico é um problema cultural ou a taxa de suicídios era maior no estado novo do que no pós74? A esquerda pelos contos de miséria que nos impinge tudo levaria a crer que sim mas a verdade... é sempre diferente da fantasia.


Ir à guerra para combater o desemprego

Depois de ver o vídeo de Thomas Soweell procurei enquadrar a realidade da época com a realidade portuguesa e destaco do vídeo a parte sobre a guerra como escapatória do governo americano para combater o desemprego,

Olhando à realidade portuguesa verificamos que o "fassista" Salazar não utilizou a II guerra mundial para combater o desemprego e como se sabe até aproveitou o momento para estimular a produção, equilibrar a balança comercial e as reservas que haviam sido estragadas pelos demagogos da monarquia constitucional e da I república ao longo das décadas anteriores. 

E se fossem os demagogos no poder? Os portugueses teriam ido à guerra?

Basta ver os motivos da participação de Portugal na I guerra mundial.