quinta-feira, 17 de Abril de 2014

Ir à guerra para combater o desemprego

Depois de ver o vídeo de Thomas Soweell procurei enquadrar a realidade da época com a realidade portuguesa e destaco do vídeo a parte sobre a guerra como escapatória do governo americano para combater o desemprego,

Olhando à realidade portuguesa verificamos que o "fassista" Salazar não utilizou a II guerra mundial para combater o desemprego e como se sabe até aproveitou o momento para estimular a produção, equilibrar a balança comercial e as reservas que haviam sido estragadas pelos demagogos da monarquia constitucional e da I república ao longo de décadas. 

E se fossem os demagogos no poder? Os portugueses teriam ido à guerra?

Basta ver os motivos da participação de Portugal na I guerra mundial.






Thomas Sowell explica a Grande Depressão



quarta-feira, 16 de Abril de 2014

E agora as teorias avançadas da esquerda

cartaz de 74





O anti-Keynesiano Salazar

Cartaz de Aviso à Sociedade Civil, típico do Estado Novo.
anos 40.

O regime do Estado Novo não teve bancarrotas e conseguiu as mais elevadas taxas de crescimento económico* que há memória.

*sem inflação

É este o palhaço do regime

Estreia polémica de Araújo Pereira Primeiro episódio de ‘Melhor do que Falecer', na TVI, foi alvo de diversas críticas nas redes sociais por mostrar pessoas a atirarem-se de um prédio.

aqui



Engraçado como o que se vai escrevendo por aqui o tempo sempre nos acaba a dar a razão.

Atira-te tu da janela seu palhaço.




A pessoa certa a gerir a nação

Como é que se põe um tipo como o Pedro Ferraz da Costa a gerir a nação?

Só sendo nomeado por um monarca tradicional ou por um presidente republicano (que foi eleito no mínimo para 10 anos.)

Prefiro o monarca tradicional.
Democraticamente nunca seria eleito. Só fala verdades e a democracia baseia-se na mentira.

terça-feira, 15 de Abril de 2014

O sucesso da Noruega


Os estatistas amam a Noruega (por exemplo, leia isto). Primeiro, é um país europeu. Segundo, é um país social-democrata; concede o Prêmio Nobel da Paz. Terceiro, é considerado um estado de bem-estar social, talvez até um socialista. Em 2011, sua arrecadação com impostos foi de 57% do PIB, a maior de todas as economias desenvolvidas.
O sucesso da Noruega nas décadas recentes coincidiu perfeitamente com duas explosões: a produção de petróleo bruto do Mar do Norte e os preços do petróleo.
Chamar a Noruega de Arábia Saudita da Europa seria um insulto. A Arábia Saudita tem produzido cerca de 125 barris de petróleo por ano por pessoa. A Noruega produziu entre 135 e 250 barris por ano por pessoa de 2001 até 2011.
Mesmo em escalas absolutas, a Noruega é uma grande exportadora de petróleo. Na verdade, é a quinta maior exportadora de petróleo no mundo. Maior que o Iraque. E o Canadá. E os EUA e a Venezuela. Está atrás somente da Arábia Saudita, Rússia, Irã e os Emirados Árabes Unidos. E lembre-se, sua população total é cerca da mesma que a segunda maior cidade da Arábia Saudita, Jedah.

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Faça a sua escolha...



Os EUA estão a empobrecer

Há cinquenta anos, o maior empregador dos Estados Unidos da América era a General Motors, que pagava aos seus empregados um ordenado médio próximo aos USD 50.00 dólares a hora - corrigidos para a moeda de hoje em dia.
Hoje, o maior empregador da América é o Wall-Mart, que paga um ordenado médio de USD 8.00 dólares a hora. Grande parte das suas vendas são obtidas por meio de food's stamps, custeado e distribuído pelo Estado, que promove essa "ação afirmativa" pela redistribuição de riqueza dos impostos.
Hoje, o ordenado médio da General Mortos está em torno de USD 29.80 a hora, com cargos de responsabilidade gerencial recebendo em torno de USD 39.95 dólares a hora.
E você achando que os Estados Unidos não estão empobrecendo, à medida que o seu Estado aumenta e a sua iniciativa privada é asfixiada. Se a ilusão é de que o poder de compra aumentou, foi graças ao mercado que tornou os custos de produção mais baratos do que eram. E o Estado segue, em seus dois mil anos, sem criar uma única gota de riqueza.

Ícaro de Carvalho


Aahhh!


o 25 de Abril está a chegar...


segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Quanto ouro já foi descoberto no mundo?




Cerca de 163 mil toneladas do metal dourado já foram descobertas desde a Pré-História. Segundo o World Gold Council, conselho formado pelas maiores empresas mineradoras, se todo esse ouro, que totaliza 8 445 m3, fosse fundido e encaixotado, ele caberia em um prédio de cerca de 20 metros de altura, largura e comprimento, ou seja, mais ou menos o tamanho de um edifício de sete andares. Não se sabe ao certo como a mineração de ouro começou, mas os primeiros indícios são do fim da Pré-História, por volta de 5000 a.C. - foi o segundo metal conhecido depois do cobre. No início, o ouro era encontrado por cima da terra, e bastava peneirar com água para ele aparecer, mas o metal incrustado em outras pedras começou a exigir novas técnicas de extração. No Egito, por exemplo, usava-se fogo para aquecer as pedras e água fria para provocar um choque térmico e rachálas. Nada que se compare às sondas usadas hoje.
5000 A.C. | Bulgária
Em um cemitério na Bulgária, arqueólogos acharam as primeiras joias de ouro da humanidade: 3 mil braceletes, colares e brincos. Mas o metal também era usado em objetos do dia-a-dia, como pratos, vasos e canecas. Nessa época, o ouro ainda era um metal comum, apesar de ser mais raro que o ferro ou o cobre Cerca de 18 toneladas Provavelmente, mineração a céu aberto e escavação de galerias
SÉCULO 2 A.C. | Roma
Os romanos desenvolveram a mineração hidráulica, usando canais e rodas de água para ajudar no transporte e na separação dos metais. O Império Romano já usava moedas, criadas pelos reis da Lídia (atual Turquia), no século 6 a.C. Foi aí que o ouro perdeu o valor divino que tinha em outras civilizações, como a egípcia, e virou dinheiro De 180 a 314 toneladas por século
SÉCULO 13 | Mediterrâneo
Após a queda do Império Romano, as minas ficaram em segundo plano. Com o feudalismo, o comércio voltou a ser feito com base na troca de produtos, e o ouro deixou de ter valor de moeda. O Ocidente passou séculos sem descobrir grandes fontes. Quem tinha muito ouro nessa época era o reino de Mali, na África. Em uma peregrinação até Meca, o imperador distribuiu 2 toneladas de moedas de ouro
SÉCULO 16 | América Latina
A América foi descoberta no fim do século 15 e, com ela, muito ouro. Os conquistadores espanhóis encontraram os tesouros das civilizações inca e asteca. Toneladas do metal dourado foram mandadas para a Espanha, mas, assim que as reservas do Peru e do México se esgotaram, os espanhóis se concentraram na prata, achada na Bolívia
SÉCULOS 17 E 18 | Brasil
Os bandeirantes encontraram as primeiras pepitas na região de Minas Gerais no século 17, e, daí em diante, a produção foi tanta que existiam até navios especiais para levar o tesouro até Portugal. O ouro brasileiro estava na superfície, perto de rios e morros - bastavam peneiras ou bateias (bacias) para retirá-lo
SÉCULOS 19 E 20 | África, Austrália e EUA
A grande revolução na extração do ouro só aconteceu nos Estados Unidos, após a revolução industrial: diques, jatos de alta pressão, dinamite, mercúrio e britadeiras para cavar poços. O ouro começou a brilhar em quantidades absurdas na África do Sul, nos Estados Unidos e na Austrália, por volta de 1850
SÉCULO 21 | África do Sul, China, Austrália
Hoje, minas informatizadas, sondas rotativas e prospecção com mapas geológicos facilitam o trabalho, e galerias bem escavadas e ventiladas dão mais conforto aos mineradores. Atualmente, 10% da produção vai para a indústria de tecnologia (tem ouro no celular e na televisão) e farmacêutica - o metal ajuda a curar artrite e rejuvenesce a pele.

aqui


O pesadelo demo-crático

Não recomendado aos leitores mais susceptíveis.

Liberte-se de pesadelos, liberte-se do centralismo...



"Portugal ensinou como não fazer transições para a democracia"



domingo, 13 de Abril de 2014

Ensaio sobre o anarco-capitalismo

É o anarco-capitalismo viável?
A proposta dos anarco-capitalistas é a ausência total de participação do estado em suas vidas e são contra qualquer forma de coletivização coerciva.
Assim de repente podemos enquadrar este modelo de vida nas formas primitivas tribais do passado e em algumas poucas tribos que ainda hoje existem mas que se encontram distantes dos modelos civilizacionais que foram sendo construídos ao longo da história que através de organizações sociais deram origem às várias nações e países existentes no mundo.
Onde encontramos o anarco-capitalismo em território Português? Talvez no exemplo dos povos tribais que pouco ou nada deixaram de estruturante no atual território nacional e por contra-ponto ao império romano (uma das primeiras formas organizadas de estado na península ibérica) ainda hoje é possível encontrarmos bastante elementos e marcas desse passado romano e até muitas das edificações romanas ainda hoje são utilizadas (pontes, estradas..) mas também é uma evidência histórica que a civilização romana entrou em decadência pelo peso da sua burocracia, inflação e gestão centralizadora ao ponto de provocar a fúria e a raça de pequenas tribos locais como os Viriatos para combater o domínio romano.
Sobre uma perspectiva histórica mais global, a civilização europeia, que foi o modelo civilizacional que se impôs de forma mais relevante no mundo foi fortemente marcada pela matriz cultural helénica- cristã e após milhares de anos de avanço civilizacional ainda hoje perduram como catalizador principal no desenvolvimento da organização espontânea da sociedade não obstante o surgimento moderno de elementos opositores (iluminismo, revolução francesa, marxismo cultural).
Fazendo agora uma conclusão sucinta da história é facilmente compreensível que os pequenos grupos tribais se organizaram (num trabalho digno de formiguinhas) em modelos sociais que mais tarde deram origem às nações com o objectivo principal de se protegerem de povos invasores para assim poderem desenvolver pacificamente as suas atividades agrícolas e comerciais e por incrível que pareça ainda hoje assistimos a este mesmo filme. Ainda existem grupos invasores a tentar intervir nos mais diversos locais e regiões do mundo restando aos autóctones procurar alguma forma de defesa e a sua resistência torna-se mais eficaz quanto maior é o peso da tradição e da história.
A manipulação em volta da Ucrânia é um exemplo da loucura que permanece nos dias de hoje (onde o problema está longe de se resumir a um simples conflito entre vizinhos).
E muito mais acontece por essa Europa, um continente que se encontra ainda com uma série de fronteiras artificiais construídas no tempo da revolução napoleónica (maçônica) onde temos uma série de povos e regiões que desde séculos passados permanecem até aos dias de hoje com uma forte ambição e desejo na secessão.
No reverso e em simultâneo temos a utopia da Europa Federal (UE) que é bastante semelhante com o pior dos tempos da civilização romana (burocrata, centralizadora e parece querer ser inflacionária) e, pior ainda, também é parecida com a Europa do início do Séc XX (desconfiada e invejosa entre as várias nações que compõe o continente europeu).
E onde entra o papel do anarco-capitalista moderno no meio disto tudo?
Para além da sua intransigente defesa na propriedade privada, o anarco-capitalista, pouco mais consegue na tentativa de promoção de um modelo de vida desorganizado e descomplexado pois está condenado a bater de frente perante uma ordem social que foi construída de forma espontânea e ou manipulada ao longo dos vários séculos e torna-se assim uma imensa utopia a tentativa de qualquer imposição radical (já bastou o comunismo internacionalista).
A realidade é a de uma sociedade que se depara com os mesmos problemas de sempre e como tal não se encontra preparada para evoluir espontaneamente para outras formas de organização social.
Já a defesa do papel do individual contra o colectivo (principalmente quando falamos de coerção) é muito importante e é claramente um direito natural legítimo.
Considero pois utópica uma sociedade de cariz totalmente anarco-capitalista mas já não considero uma utopia o indivíduo anarco-capitalista e acho que seria bastante interessante termos os estados a permitirem a liberdade de opção para quem quiser seguir um modelo de vida individual anarco-capitalista.
E o seu envolvimento com o estado? Como ficaria? Sempre que um anarco-capitalista tivesse que recorrer ao estado seria através de uma abordagem de troca comercial invés de uma troca que hoje é feita pela via dos impostos. Os custos dos serviços estatais que hoje passam praticamente despercebidos pelas comunidades bem como a proveniência dos recursos passariam a estar enquadrados em uma formação de preços conforme a lei do mercado.
E para o pessoal da esquerda, os anarco-comunistas, também considero que deveriam ser permitidas a criação de comunas (com a ressalva que o território tenha sido comprado ou voluntariamente cedido) para que os camaradas possam desenvolver o seu projeto de vida conforme os seus ideais sem interferir na liberdade dos outros.
E como conceber esta lógica? Toda esta lógica só é possível se tivermos um afastamento do estado central para o estado local. No modelo privado só com um estado local é possível haver uma quantificação de valor para uma série de serviços ( estradas, saneamento, etc…) e no modo socialista estes passariam também a depender exclusivamente dos recursos da comunidade onde estariam inseridos. Tal avanço só é possível com uma verdadeira concepção descentralizadora. Assim o aparecimento de cidades-estados e regiões-estados com elevada autonomia são a forma mais correta para que as comunidades se encontrem com o estilo de vida mais desejado.
(haveria muito mais a desenvolver mas o texto já vai longo…)